Somos biologicamente interdependentes
e existencialmente singulares.
Esse não é um paradoxo a ser resolvido.
É uma tensão a ser habitada.
Cooperação não apaga a singularidade.
Ela cria o campo onde singularidades podem coexistir sem guerra.
A cultura objetificou nossas necessidades.
O mercado transformou carência em oportunidade.
O triângulo dramático prospera onde relações viram disputa por poder ou vitimização.
Nesse cenário, o drama se retroalimenta:
Salvadores oferecem soluções,
Vítimas consomem promessas,
Perseguidores punem fragilidades.
E o ciclo continua.
Um abraço,
Rosana Jotta.
Prof de Inteligência Sistêmica