Olá!
Nos relacionamentos, isso aparece com força.
Esperamos do outro aquilo que não recebemos na infância
e, no lugar do amor, surgem cobranças, projeções e exigências.
Como se o outro tivesse a obrigação
de nos salvar de dores que ainda não reconhecemos em nós.
Tenho receio — em mim mesma —
tanto da pseudo-inocência que paralisa
quanto do orgulho de quem já se acha pronto para amar.
São tantas a idealizações sócio culturais.
A verdade é simples e exigente:
todos somos aprendizes.
E só quando o adulto se fortalece em nós
é que o amor deixa de ser pedido
e passa a ser escolha.
Já pensou sobre isso?
Um abraço,
Rosana Jotta