“Quem sabe” ou “quem faz saber”.

Olá!

Essa é a grande virada de chave. A passagem do lugar de detentor para o lugar de facilitador.

Do acúmulo para o fluxo. Da torre para a fonte. Durante séculos, a cultura ocidental valorizou o saber como posse, algo que se tem, se guarda, se defende.

A IA, os movimentos de código aberto, as licenças creative commons, as plataformas colaborativas. Tudo isso aponta para uma nova direção: o saber como fluxo de algo que se passa adiante, se compartilha, se multiplica.

Não é fácil. O velho mundo ainda resiste em nós. Por um mundo onde o conhecimento flui. Não há vergonha em perguntar. Não há medo de compartilhar. A autoridade não se impõe — se reconhece.

Estamos aprendendo a fluir em abundância.

O que você pensa sobre tudo isso?

Um abraço,
Rosana Jotta

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